Ubiracy de Souza Braga*

                              Ao amigo Clodoaldo Almeida Paixão

Em 1975, sete anos após a morte de Jean Hyppolite, Michel Foucault enviara à viúva um exemplar de Surveiller et Punir com a seguinte dedicatória: “À Madame Hyppolite, como lembrança daquele a quem devo tudo”. De todo modo Hyppolite não foi o único responsável por essa reviravolta. Desde 1929 Jean Wahl chamara a atenção sobre o filósofo alemão ao publicar Le Malheur de la Conscience dans la Philosophie de Hegel em que apresentava um Hegel místico, segundo a expressão de Roland Cailois. Em 1938 Henri Lefebvre editou os Cadernos de Lenin sobre a dialética de Hegel. A vida e o pensamento de Alexandre Kojève confundem-se com os acontecimentos mais marcantes do século XX.

Etnobiograficamente falando, nascido no seio de uma família aristocrata na Rússia, ainda muito jovem A. Kojève foi preso com seus pais no calor dos acontecimentos políticos de outubro de 1917. Na prisão, começou a simpatizar com os revolucionários bolcheviques. Passada a tormenta, a família foi libertada e buscou exílio da Alemanha, onde o inquieto Kojève mergulhou profundamente no estudo da filosofia clássica. Deixou a Alemanha durante a ascensão do nazismo e aceitou suceder Alexandre Koyré em uma cátedra na École Pratique des Hautes Études, em Paris. Ali, de janeiro de 1933 a maio de 1939, tornou-se um dos mais importantes introdutores do pensamento de Hegel na França. Seu curso adquiriu fama insuperável. Por ele passaram Jean-Paul Sartre e Jacques Lacan, entre muitos outros intelectuais que nunca esconderam sua dívida de gratidão com o mestre. No segundo após-guerra, Kojève tornou-se conselheiro da Presidência da França e um dos mais influentes articuladores do projeto de uma Europa unificada, que hoje se concretiza. Morreu em 1968. Russo por nascimento, alemão por formação, francês por opção política, Kojève foi um intelectual brilhante, dotado de vastíssima erudição. Sempre envolvido em projetos ambiciosos, quase inacabáveis, publicou relativamente pouco. Vários de seus textos principais, geralmente muitos extensos como em todo grande homem, permaneceram incompletos e tiveram edições póstumas.

Essa Introdução à Leitura de Hegel (1939) recupera seus cursos da década de 1930 sobre a Fenomenologia do Espírito, revistas e aprovadas pelo professor. Doze conferências de Kojève e dois outros textos seus sobre Hegel completam o livro. O curso seguiu passo a passo a obra comentada, mas destacou especialmente o capítulo IV da segunda seção, consagrado à consciência de si, obra que foi considerada por Jürgen Habermas “o grande acontecimento da filosofia alemã”. Contém textos do próprio Kojève – inclusive a famosa Introdução, redigida de forma independente e que se tornou um “pequeno clássico” – e anotações tomadas por Raymond Queneau, que em 1924 se junta aos surrealistas, mas não adota seus métodos de escrita automática ou suas posições políticas. Como muitos surrealistas, ele fez psicanálise, mas não para estimular sua criatividade. Queneau questionou o apoio que os surrealistas deram ao Estado soviético em 1926. Em 11 de março de 1929 foi secretário de um Encontro dos surrealistas onde se discutiu Léon Trotsky e, em 1930, junto com René Crevel, Paul Éluard, Louis Aragon e André Breton tornou-se membro do partido comunista francês, como parte da oposição de esquerda internacional. Queneau também participou de Un cadavre em 1930, um veemente panfleto anti-Bretoniano escrito junto com George Bataille, Michel Leiris, Jacques Prévert, Alejo Carpentier, Jacques Baron, J.-A. Boiffard, Robert Desnos, Georges Limbour, Max Morise, Georges Ribemont-Dessaignes e Roger Vitrac.

O ponto de partida para a constituição do sujeito – diz kojève, lendo Hegel – é o desejo, “mas não um desejo dirigido a uma coisa qualquer no mundo”. O homem se torna humano “quando deseja outro desejo”. Abre-se assim, ao homem, um novo espaço de liberdade, que se manifesta antes de tudo como um desejo de reconhecimento e produz uma luta de morte por puro prestígio – o ato fundante da história, o ato antropogênico por excelência. Mas para que haja história, é preciso que haja relação social entre homens vivos. A luta não pode terminar com a aniquilação de um dos lados. Um deles deve abdicar do combate, ou seja, colocar a sua liberdade acima de sua vida. Estabelece-se uma relação de tipo senhor-escravo. Porém, nela se desenvolve concentrada neste segundo pólo, uma outra atividade essencial ao projeto do homem: o trabalho. A descrição da dialética que assim se estabelece é um dos pontos culminantes do pensamento humano em todas as épocas, e sua conclusão é surpreendente: o homem integral, livre, satisfeito com o que é, o homem que se aperfeiçoa, não é o senhor nem o escravo, mas sim o escravo que consegue suprimir sua sujeição.

A história humana aponta, pois, nessa direção. Desnecessário dizer que Karl Marx será o principal herdeiro intelectual dessa construção. A Fenomenologia do Espírito – ou “ciência da experiência da consciência”, primeiro título escolhido por Hegel – é a descrição do caminho das experiências humanas da constituição do Espírito, e o fio que as une, nas palavras de Henrique Vaz, “é o próprio discurso dialético que mostra a necessidade de se passar de uma estação a outra, até que o fim se alcance no desvelamento total do sentido do caminho”. Por isso a Fenomenologia integra um sistema. Encadeia-se com a Lógica para produzir o saber Absoluto, que ajusta plenamente a certeza do sujeito e a verdade do objeto. Para Hegel, só a era iniciada com Kant na filosofia e com a Revolução Francesa na política criou as condições para a construção desse saber. É este o pensamento detalhadamente analisado no Séminaire de Alexandre Kojève na École Pratique des Hautes Études, assim como já foram muito citados os nomes que se tornariam prestigiados entre aqueles que compõem seu auditório de 1933 a 1939: Alexandre Koiré, Georges Bataille, Pierre Klossowski, Jacques Lacan, Raymond Aron, Maurice Merleau-Ponty, Eric Weil e, com menor assiduidade, André Breton. Em 1947, ano em que Hyppolite defende sua tese de doutorado, Raymond Queneau, que também fazia parte deste seleto público, edita as notas que tomara ouvindo Kojève e as intitula Introduction à la lecture de Hegel. Leçons sur la phénoménologie de l` esprit professées de 1933 à 1939 à l`École des Hautes Études reúnes et publiées par Raymond Queneau (cf. Éditions Gallimard, janvier 1939).

Sem temor a erro, poderemos encontrar as muitas influências da filosofia de Hegel indicadas na constelação histórica no ano de seu nascimento, 1770. Naquele ano, Maria Antonieta, a radiante arquiduquesa da Áustria, casava-se com o apático delfim da França. Em Ajácio, Napoleão, o segundo filho de Letícia Bonaparte, acabava de aprender a andar. O capitão Cook completava sua primeira viagem em torno do mundo. Em Boston, Massachusetts, nos Estados Unidos, alguns soldados ingleses atiraram em uma multidão de colonos. Em Königsberg, na Alemanha, um idoso Privatdozent, chamado Immanuel Kant, lia uma dissertação a respeito da forma e dos princípios dos mundos da inteligência e da sensibilidade e da situação do homem entre ambos. No outro lado da Alemanha, em Estrasburgo, um jovem estudante, Goethe, escreveu alguns poemas que varreram toda a Alemanha para dentro de seu amor sensual por Friederike de Sesenheim. Um pouco mais tarde o romance de seu segundo amor, Os sofrimentos do jovem Werther, varria o mundo inteiro, até a China, “em uma onda de suicídios românticos”. Na França, naquele mesmo ano, o barão de Holbach publicou um tratado mostrando que o mundo, longe de ser um lugar romântico, nada era senão um grande mecanismo automático.

Quando Hegel morreu em 1831, o corpo decapitado de Maria Antonieta jazia numa vala comum em Paris. Napoleão e a Revolução haviam percorrido seus caminhos. Os ingleses e a revolução de Metternich haviam se encarregado do grande homem. A república norte-americana tomara seu lugar entre as potências e seus navios velozes percorriam os Sete Mares. Goethe serenamente observava uma vida de mil conflitos fundida em forma clássica e selava seu épico de Fausto, o homem universal que transcende o mundo da sensualidade. Holbach estava fora de moda, “mas um garoto de treze anos em Trier, Karl Marx, nascido no ano em que Hegel se tornara professor de filosofia da Universidade de Berlim, já começava a descobrir a filosofia – que significava Hegel – e logo iria ressuscitar Holbach em uma forma mais dinâmica do que todo o romantismo e que varreria o mundo, até a China, com uma paixão do intelecto mais poderosa do que qualquer coisa que Werther tenha conhecido” (cf. Hartman, 1976: 10-11).

O fato é que em ambos, no triunfo do romantismo – na filosofia e na política – e no intelectualismo, Hegel desempenhou um papel decisivo. A influência de sua filosofia confirma a tese de que, através dos homens, a Razão universal molda a história. O destino desta filosofia presta testemunho à sua forma dialética. Sendo o filósofo mais racional e mais religioso, Hegel desencadeou os movimentos mais irracionais e mais irreligiosos – o fascismo e o comunismo. Em geral, visto como o mais autoritário, ele inspirou os mais democráticos: Walt Whitman e John Dewey. Sendo o filósofo que equiparava o que é ao que devia ser, ele liberava ao maior desagrado com o que está, e assim, como o maior conservador, desencadeou a maior revolução. A forma de sua filosofia lutava com seu conteúdo, e o conteúdo, com a sua forma. Separaram-se. Alguns pensadores aceitaram o conteúdo de sua filosofia e opunham-se a sua forma. Tornaram-se conservadores e eram chamados de “hegelianos de direita”. Outros pensadores aceitavam a forma de sua filosofia e opunham-se a seu conteúdo. Tornaram-se revolucionários e “hegelianos de esquerda”. As duas facções opositoras finalmente se encontraram no abraço mortal de Stalingrado.

Para concordarmos com o escritor comunista norte-americano John Reed, autor de Ten Days That Shook World, editado nos Estados Unidos em 1919 e pela primeira vez em russo, na U. R. S. S., em 1923, a Revolução de Outubro foi uma revolução sem exemplo na história da humanidade. Nascido no Oregon, nos Estados Unidos, em 1887, John Reed interessou-se pelo jornalismo político ainda nos seus tempos de estudante na Universidade de Harvard. Depois de formado, continuou “militando” na carreira jornalística e obteve seu primeiro triunfo de reportagem quando da revolução de Madero, Pancho Villa, Zapatta e outros, que acompanhou de perto e retratou brilhantemente no seu livro México Rebelde. Em seguida, logo depois da abertura das hostilidades entre os impérios Centrais e os Aliados, em 1914, seguiu para a Europa, como correspondente de guerra, visitando a França, a Itália, a Alemanha e a Turquia. Em 1916, a débâcle dos exércitos tzaristas e a contínua efervescência política que campeava pela Rússia atraíram o seu “faro jornalístico”, na falta de melhor expressão, numa antecipação dos graves acontecimentos políticos que tiveram lugar em 1917.

Embarca então para a Rússia, chegando a tempo de presenciar os fatos políticos principais que antecederam a queda do Governo Provisório e a tomada do poder pelos bolcheviques, tão bem retratados em Doutor Jivago (Doctor Zhivago. Direção: David Lean, EUA, 1965, Vídeo Arte, 150 min), em que um médico e poeta de família burguesa procura manter seus ideais liberais durante a Revolução (1905) e a Guerra Civil (1917) soviéticas. Baseado no best seller de Boris Pasternak, ganhou no total cinco Oscar, inclusive o de melhor roteiro. Logo depois da consolidação do poder soviético, vitimado pelo tifo, morre John Reed. Suas cinzas repousaram na base das muralhas do Kremlin, no lado da Praça Vermelha, logo atrás do túmulo de V. I. Lenine.

Seu inspirador, seu chefe e seu organizador foi o partido dos bolcheviques, seu comitê central, dirigido por Lenine. Eles previram com clarividência toda a marcha da Revolução, todas as suas prováveis flutuações, o comportamento das massas revolucionárias e o comportamento das classes e dos partidos que lhes eram hostis. As idéias de Lenine impregnaram toda a atividade dos órgãos de direção da insurreição: O Politiburo e o Comitê Central do Partido Bolchevique, o Soviete de Petrogrado e seu estado-maior incubido da direção da insurreição, o Comitê Militar-Revolucionário (cf. Reed, 1978).

Sobre o livro de J. Reed, afirma Lenin: “Com imenso interesse e igual atenção li, até o fim, o livro 10 Dias que Abalaram o Mundo, de John Reed. Recomendo-o, sem reservas, aos trabalhadores de todos os países. É uma obra que eu gostaria de ver publicada aos milhões de exemplares e traduzida para todas as línguas, pois traça um quadro exato e extraordinariamente vivo dos acontecimentos que tão grande importância tiveram para a compreensão da Revolução Proletária e da Ditadura do Proletariado. Em nossos dias, essas questões são objeto de discussões generalizadas, mas, antes de se aceitarem ou de se repelirem as idéias que representam, torna-se necessário que se saiba a real significação do partido que se vai tornar” (cf. Prefácio de Lenine para a edição Norte-Americana, 1919).

No Prefácio de N. Crupscaia para a 1ª edição Russa, “´Dez dias que abalaram o mundo”, esse o título que John Reed deu à sua obra admirável. É um livro que recorda, com uma intensidade e um vigor extraordinários, os primeiros dias da Revolução de Outubro. Não se trata de uma simples enumeração de fatos, de uma coleção de documentos, mas de cenas vivas, tão típicas que não podem deixar de evocar, no espírito de todas as testemunhas da Revolução, aquelas cenas idênticas, a que todos assistiram. “Todos esses quadros tomados ao vivo traduzem da melhor forma possível, o modo de sentir das massas, e permitem apanhar o verdadeiro sentido dos diferentes atos da grande revolução”.

Daí que, guardadas as proporções, o realismo mágico converteu-se num veio capaz de afirmar a realidade latino-americana entre os dentes das “Cassandras científicas”. Gabriel Garcia Márquez inspirou-se inicialmente em Faulkner. Mas basta comparar o coronel Thomas Sutphen com o coronel Aureliano Buendia, ou o condado de Yoknapatawpha com Macondo, para reconhecer um “desencantamento do mundo”, no sentido pós-weberiano, e outro ainda encantado. Uma cisão entre as sensibilidades estética e científica, artística e literária, deslocou para os romancistas, poetas e artistas latino-americanos “o peso da responsabilidade de expressar seu mundo como centro e não como periferia”. Isto é importante. Ele é, ao lado de Manuel Scorza, o autor sulamericano mais traduzido no mundo inteiro. Scorza nasceu em Lima, Peru, em 9 de setembro de 1929. Estudou em colégio militar e cursou Literatura na Universidade de San Marcos, em Lima, e na Universidade do México. Participante ativo das lutas sociais de seu país, foi preso e expulso do Peru na ditadura do General Odría. Em 1948, experimentou o exílio pela primeira vez, e durante sete anos percorreu quase toda a América Latina. Voltou ao Peru em 1956.

A partir de 1960, participou de grande rebelião camponesa dos Andes Centrais, militante ativo das lutas do movimento indígena, denunciou publicamente a matança e, por isso, foi acusado de “ataque às Forças Armadas”. Seu livro de maior impacto Bom Dia para os Defuntos (Civilização Brasileira, 1975) – Redoble por Rancas (Editorial Planeta, 1970), no original peruano – é livro que vem empolgando os leitores de todos os países onde já foi publicado: Espanha, Itália, França, Estados Unidos, Inglaterra, Alemanha, para citar alguns. Trata-se de um romance-testemunho. Ou, como diz o próprio autor: é a crônica exasperadamente real de uma luta solitária: “a que, entre 1950 e 1962, travaram nos Andes Centrais os homens de alguns povoados que apenas figuram nos mapas militares dos destacamentos que os arrasaram”.

Ipso facto, “os protagonistas, os crimes, a traição e a grandeza, quase todos têm aqui os seus nomes verdadeiros”. Alguns nomes, no entanto, foram modificados: “para proteger os justos contra a justiça” – adverte o romancista. É o relato dos conflitos entre campônios e latifundiários e, ainda, a Cero de Pasco Corporation, empresa norte-americana que explora as jazidas minerais da região e reserva um milhão de hectares de terra para a engorda do gado de sua Secção Agrícola – firma que, em seu último balanço, apresentou um lucro líquido de cinco milhões de dólares. A luta travada foi epopéica, mas terminou com o massacre dos rebeldes ante as forças repressivas peruanas e os capangas dos grandes proprietários de terras. Nesse romance realista, marcado pelo patético e o trágico, o burlesco e o fantástico, o absurdo e o cruel, há que se ressaltar o admirável domínio da fatura literária que Manuel Scorza exibe. Há que se ressaltar, também, – como já o fizeram os seus críticos latino-americanos e europeus – “a potência devastadora da ironia e do humor”, típicos do real maravilhoso. Isto leva-o pela segunda vez a deixar seu país, buscando então refúgio na França onde viveu por 10 anos. E é precisamente neste período que conclui sua trilogia, narradas entre Paris e Lima originalmente com o nome La Danza Imóvil (1983). Retornou ao Peru em 1978. Faleceu em 27 de novembro de 1983, aos 54 anos, num acidente aéreo ocorrido na Espanha.

Bibliografia Geral Consultada

ERIBON, Didier, Michel Foucault, 1926-1984. Tempo Social. Revista de Sociologia. USP – Universidade de São Paulo. Vol. 7, n˚ 1-2, out. 1995.

HABERMAS, Jürgen, Dialética e Hermenêutica. Porto Alegre: L&PM, 1987.

HARTMANN, N., A Filosofia do Idealismo Alemão. Lisboa: Kalouste Gulbenkian, 1976.

HEGEL, G. W. F., Lecciones sobre la Filosofia de la História Universal. Madrid: Revista de Occidente, 1974.

HYPPOLITE, Jean, Génesis y Estructura de la Fenomenología del Espíritu de Hegel. Barcelona: Edicións 62, 1974.

KOJÈVE, Alexandre, Introduction à la lecture de Hegel. Paris: Éditions Gallimard, 1973.

_____________, La Dialectica de lo Real y la Idea de la Muerte en Hegel. Buenos Aires: Editorial La Pleyade, 1974. (Texto íntegro de las dos ultimas conferencias del Curso 1933-1934).

LENIN, Vladimir Illich., Quaderni filosofici. Milão: Feltrinelli, 1958.

SCORZA, Manuel, Bom dia para os defuntos. 3a edição. Balada 1. O que aconteceu dez anos antes de o Coronel Marruecos fundar o segundo cemitério de Chinche. Rio de Janeiro: Editora Civilização Brasileira, 1975a.

_____________, História de Garabombo, o invisível: balada 2. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1975b.

_____________, A Dança Imóvel. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1985.

VAZ, Henrique C. de Lima, S.J., “Categorias do espírito”. In: Antropologia Filosófica. 8ª edição. Volume I. São Paulo: Edições Loyola, 2006. 

* Sociólogo (UFF), Cientista Político (UFRJ), Doutor em Ciências (USP). Professor da Coordenação do curso de Ciências Sociais da Universidade Estadual do Ceará (uece).

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